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Eduardo Sterblitch apresenta espetáculo ‘Poderoso Castiga & Banda’ em SP

22 maio

Foram duas horas de gargalhadas e ironias. É que Eduardo Sterblitch levou o espetáculo ‘Poderoso Castiga & Banda’, ao Teatro Bradesco na última quarta-feira, 22, e animou quem passou pelo local.

Na comédia, dirigida por Rafael Queiroga, o humorista que encarna o carismático pastor Poderoso Castiga, junto com sua ‘Caravana da Fé’, exorciza o mau humor que assola o País. Durante a performance, Sterblitch interagiu com a plateia várias vezes e contou suas pitadas repletas de ironias e humor negro, o que garantiu ainda mais a participação dos espectadores até o final do show.

Seus colegas de trabalho Emílio Surita, Gui Santana e o ex- companheiro do Pânico Carlinhos Mendigo,  que assistiam ao espetáculo, caíram na gargalhada.

Antes de chegar aos palcos, o sucesso do personagem criado Eduardo teve início no programa ‘Pânico da TV’.

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Sobre o artista:

Eduardo Sterblitch é responsável pela criação, entre outros, de César Polvilho, Freddie Mercury Prateado e Ursinho Gente Fina para o programa “Pânico na Band”.

Nos palcos,  o carioca coloca em prática seus mais de 20 anos de estudo e teatro – foram nove anos de aulas particulares clown, oito anos de curso livre no Teatro O Tablado e quatro anos de Casa de Cultura Laura Alvim.

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Exposição reúne peças e documentos de Zuzu Angel

23 abr

Quem se interessar por moda, vai poder conferir uma exposição em homenagem a Zuzu Angel. Peças criadas pela estilista Zuzu Angel estão em exposição no Itaú Cultural até o dia 11 de maio.

A mostra faz parte da programação em homenagem aos 50 anos do Golpe Militar de 1964. Zuzu criou roupas para protestar contra o desaparecimento do filho Stuart Angel durante a ditadura militar.

O local abriga cerca de 400 peças, croquis, fotos e documentos estão expostos. Os visitantes também podem escrever cartas para pessoas de quem não se tem notícia ou que desapareceram. A ideia é estimular o sentimento vivido por Zuzu.

A estilista morreu cinco anos depois de perder o filho. Ela capotou o carro na saída de um túnel no Rio de Janeiro.

A exposição foi batizada de “Ocupação Zuzu” e está no Itaú Cultural que fica na Avenida Paulista, 149. De terça-feira a sexta-feira, das 9h às 20h, sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. Vale lembrar que a entrada franca.

Confira algumas fotos:

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Alguns croquis desenhados pela estilista.

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Fotos de diferentes momentos de Zuzu Angel em sua loja no Rio de Janeiro, com algumas modelos, fazendo ajustes em roupas e ao lado de amigos. As imagens compunham uma parede do Itaú Cultural.

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Algumas estampas usadas que foram emolduradas e que compõe a mostra.

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Estes vestidos me lembraram os modelos do estilista mineiro Ronaldo Fraga. A semelhança pode não ser uma coincidência, uma vez que Zuzu também era mineira.

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Vestidos de noiva desenvolvido por ela.

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Zuzu por Zuzu!

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60 anos de morte de Evita Peron é lembrado em exposição

10 jun

Quem passou pela Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – entre os dias 24 de maio a 7 de junho pôde conferir a exposição “Evita: Paixão e Ação” que lembrou os 60 anos de morte de Eva Perón, a ex-primeira-dama da Argentina que se tornou ícone que marcou a moda, o cinema e o teatro.

No acervo estavam seis vestidos e sapatos usados por ela, fotografias, acessórios, que mostram um pouco da história e personalidade de Evita.

Evita, que foi esposa do três vezes presidente Juan Domingo Perón e morreu de um câncer aos 33 anos é um dos personagens da vida pública argentina que se mantém ainda como um ícone dos avanços e conquistas sociais do país.

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As joias da Thereza

18 maio

Atire a primeira pedra a mulher que não se interesse por acessórios! Acho que não há quem não goste de se emperequetar toda com colar, brinco, anel, e, por aí vai. Pensando nisso a socialite Thereza Collor, em parceria com o SESC – SP, organizou a exposição Joias do Deserto.

A mostra conta com cerca de dois mil acessórios e adornos corporais do acervo etnográfico de Thereza. Em sua coleção é possível ver peças confeccionadas com diversos materiais, como, tecidos, couros, pedras e metais em prata e ouro, comuns aos locais de origem.

As peças foram adquiridas durante suas viagens no mínimo exótica ao Deserto do Saara, nas regiões do Marrocos, Argélia, Mali Níger, Tunísia, Líbia e Egito (até o Sinai, chegando à Palestina); o Deserto da Arábia, Arábia Saudita, Iêmen, Sultanato de Omã e Síria; o Deserto da Ásia Central, Uzbequistão, Turcomenistão e Kazaquistão (passando pelo Irã e chegando ao Afeganistão); o Deserto da Índia, Índia (Rajastão e Gujarat) e Paquistão; e o Deserto Tibetano, Tibete (território autônomo da China) e Ladakh (região divida entre a Índia, Paquistão e China).

A exposição é uma verdadeira viagem a essas regiões. É que debaixo de cada peça há explicações de como são usadas e qual o objetivo de se usar determinados acessórios. A primeira vista tem algumas peças que não fazem sentido aos brasileiros, como um sinto com uma bolsa acoplada para guardar o livro do Alcorão e até mesmo, um adorno de pescoço, que se chama caixa amuleto, que parece mais uma linda caixa de joias.

Outro percepção que se tem é que alguns acessórios, como os brincos e os braceletes são muito atuais, como as pulseiras com spikes, usados para auto defesa. A mostra é muito interessante, uma viagem aos desertos asiáticos.

Joias do Deserto fica em exposição até o dia 20 de junho, na galeria de artes do SESI-SP, que fica na Avenida Paulista, 1313, próximo ao metrô Tianon-Masp. A entrada é gratuita.

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