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60 anos de morte de Evita Peron é lembrado em exposição

10 jun

Quem passou pela Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – entre os dias 24 de maio a 7 de junho pôde conferir a exposição “Evita: Paixão e Ação” que lembrou os 60 anos de morte de Eva Perón, a ex-primeira-dama da Argentina que se tornou ícone que marcou a moda, o cinema e o teatro.

No acervo estavam seis vestidos e sapatos usados por ela, fotografias, acessórios, que mostram um pouco da história e personalidade de Evita.

Evita, que foi esposa do três vezes presidente Juan Domingo Perón e morreu de um câncer aos 33 anos é um dos personagens da vida pública argentina que se mantém ainda como um ícone dos avanços e conquistas sociais do país.

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As joias da Thereza

18 maio

Atire a primeira pedra a mulher que não se interesse por acessórios! Acho que não há quem não goste de se emperequetar toda com colar, brinco, anel, e, por aí vai. Pensando nisso a socialite Thereza Collor, em parceria com o SESC – SP, organizou a exposição Joias do Deserto.

A mostra conta com cerca de dois mil acessórios e adornos corporais do acervo etnográfico de Thereza. Em sua coleção é possível ver peças confeccionadas com diversos materiais, como, tecidos, couros, pedras e metais em prata e ouro, comuns aos locais de origem.

As peças foram adquiridas durante suas viagens no mínimo exótica ao Deserto do Saara, nas regiões do Marrocos, Argélia, Mali Níger, Tunísia, Líbia e Egito (até o Sinai, chegando à Palestina); o Deserto da Arábia, Arábia Saudita, Iêmen, Sultanato de Omã e Síria; o Deserto da Ásia Central, Uzbequistão, Turcomenistão e Kazaquistão (passando pelo Irã e chegando ao Afeganistão); o Deserto da Índia, Índia (Rajastão e Gujarat) e Paquistão; e o Deserto Tibetano, Tibete (território autônomo da China) e Ladakh (região divida entre a Índia, Paquistão e China).

A exposição é uma verdadeira viagem a essas regiões. É que debaixo de cada peça há explicações de como são usadas e qual o objetivo de se usar determinados acessórios. A primeira vista tem algumas peças que não fazem sentido aos brasileiros, como um sinto com uma bolsa acoplada para guardar o livro do Alcorão e até mesmo, um adorno de pescoço, que se chama caixa amuleto, que parece mais uma linda caixa de joias.

Outro percepção que se tem é que alguns acessórios, como os brincos e os braceletes são muito atuais, como as pulseiras com spikes, usados para auto defesa. A mostra é muito interessante, uma viagem aos desertos asiáticos.

Joias do Deserto fica em exposição até o dia 20 de junho, na galeria de artes do SESI-SP, que fica na Avenida Paulista, 1313, próximo ao metrô Tianon-Masp. A entrada é gratuita.

Exposição Roupa de Papel: e aí? Com que roupa eu vou?

29 abr

Ontem me senti no último desfile do estilista Jum Nakao! Lembra? (Aquele que ele fez todo de papel.) É que foi inaugurada a primeira exposição de roupas de papel, do primeiro período do curso de Design de Moda, da Faculdade Estácio de Sá, de Belo Horizonte.

Muitos talentos foram revelados, nem preciso ressaltar a criatividade dos alunos. Não precisava fazer muito esforço para perceber a capacidade inventora de cada um. Tem roupa que nem parece ser feita de papel.

O mais interessante é que não foi poupado esforço para bolar detalhes, enfeites e efeitos. Tem roupa feita de coador de café! Consegue distinguir qual é? Ah! Quem organizou esta proeza toda foi a professora de história do vestuário, Lulucha , como ela mesma gosta de ser chamada! Agora te deixo com as fotos do que retratei ontem, e, para os mais interessados, vale a pena assistir ao vídeo do desfile de Jum Nakao (O qual me referi no começo do texto). Este desfile é de 2009, e foi intitulado de “A costura do invisível”, e é a verdadeira arte em movimento!

** Perdoe a qualidade das fotos. É que na hora do registro estava sem máquina fotográfica, daí o celular me salvou mesmo! hehe**

Só para recordar:

Que Glória de exposição!

12 abr

Gentem…

Quem tiver alguma hora extra no dia pode me vender que eu quero! hahhah

Meu Deus! Quanta correria!

Antes de qualquer coisa desculpem! Era para eu ter escrito este post ontem. Sabe quando a gente planeja o dia, mas ele sai todo errado? Isso que aconteceu! Não vou entrar neste mérito agora, vamos ao que interessa!

Neste último sábado estive no Pátio Savassi para prestigiar a exposição da Glória Coelho – Linha do Tempo. Estão expostos 20 looks que representa cada coleção da estilista. Muita gente pode achar besteira meu comentário, no entanto, achei tão emocionante estar cara a cara com estas roupas e poder tocá-las (apesar de não ser permitido). É muito lindo!

Com 41 anos de atuação, a mineira de Pedra Azul conquistou o reconhecimento internacional através da maneira própria de elaborar e compor peças que acompanham tendências. Pode-se dizer que esta singularidade é que a faz destacar deste mar de estilistas, também talentosos, do Brasil a fora!

A parte ruim é que estes look ficarão expostos só até hoje, às 22 horas. Esta mostra faz parte do projeto Estilista Residente, que também já recebeu outros estilistas, como Jum Nakao, Samuel Cirnansk e Fause Haten.

Repare na evolução. De uns tempos pra cá Glória Coelho tem feito roupas com tons mais pastéis, sóbreos e com formas mais angulosas. Nada de preto sombrio.

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